Acordes entre el singular y el plural: la voz que canta la vida y la muerte in Grumixamas e jaboticabas, de Viviane Nogueira

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.25094/rtp.2026n47a1220

Palabras clave:

Escritura de si, Vida, Muerte, Voz, Poesía contemporánea

Resumen

Teniendo en cuenta la emergencia de una voz poética que investiga la vida y la muerte, entrelazando la escritura de si a una reflexión sobre el lenguaje, nos proponemos hacer consideraciones sobre Grumixamas e jaboticabas, de Viviane Nogueira. La intención es examinar cómo se constituye una red de estima entre el yo del poema y la pluralidad de la vida terrestre, centrándose en el choque con el pasado colonial de Brasil, que alza esta voz enunciadora a un pensamiento sobre la colectividad. El marco teórico de este estudio será La llegada a la escritura, de Hélene Cixous; A piiz voei, de Adriana Cavarero; y "My words will be there': de Audre Lorde. Nuestro objetivo es demostrar cómo la práctica de escribir sobre uno mismo se entrelaza con la especulación en torno al proceso de composición poética.

Biografía del autor/a

Carla dos Santos e Silva Oliveira, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Doutoranda em Literatura Brasileira pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), bolsista CAPES. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Leonardo Davino de Oliveira, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Professor do Departamento de Literatura Brasileira e Teoria da Literatura e do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), bolsista PQ/CNPq e procientista UERJ/FAPERJ. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Citas

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Publicado

2026-01-25

Cómo citar

dos Santos e Silva Oliveira, C., & Davino de Oliveira, L. (2026). Acordes entre el singular y el plural: la voz que canta la vida y la muerte in Grumixamas e jaboticabas, de Viviane Nogueira. Texto Poético, 22(47), 213–229. https://doi.org/10.25094/rtp.2026n47a1220