La deformación de lo épico: urbanidad y maledicencia en O desertor, de Silva Alvarenga

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.25094/rtp.2026n49a1287

Palabras clave:

Poesía épica, Poema heroico-cómico, Sátira, Silva Alvarenga, Reforma pombalina

Resumen

Este trabajo analiza O Desertor (1774), de Silva Alvarenga (1749-1814), a partir de las convenciones retórico-poéticas del siglo XVIII, observando la deformación de lo épico en el poema heroico-cómico y sus efectos de sentido. Se discute cómo la obra moviliza preceptos de la filosofía moral, de la comedia y de la sátira para representar, de modo distinto, a Gonçalo y a Tibúrcio. Tomando como referencia, entre otros, los trabajos de Freire (1759), Hansen (2008; 2011) y Teixeira (1999), se argumenta que la urbanidad aplicada a Gonçalo preserva el espacio simbólico del héroe como patrón correctivo, mientras que la maledicencia dirigida a Tibúrcio figura la fuerza adversaria a la reforma pombalina de los estudios.

Biografía del autor/a

Samuel Carlos Melo, Universidade Estadual de Goiás (UEG)

Doutor em Letras pelo Programa de Pós-graduação em Literatura Brasileira da Universidade de São Paulo (USP). Professor Adjunto de Teoria Literária e Literaturas de Língua Portuguesa da Universidade Estadual de Goiás (UEG), atuando no curso de Licenciatura em Letras (Câmpus Oeste - UnU Iporá) e no Programa de Pós-Graduação em Língua, Literatura e Interculturalidade (POSLLI - Câmpus Cora Coralina).

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Publicado

2026-09-27

Cómo citar

Carlos Melo, S. (2026). La deformación de lo épico: urbanidad y maledicencia en O desertor, de Silva Alvarenga. Texto Poético, 22(49), 08–26. https://doi.org/10.25094/rtp.2026n49a1287