Como se fuera una carta: la casa

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.25094/rtp.2025n46a1179

Palabras clave:

Carta, Poesía, Intimidad, Memoria

Resumen

Este artículo reflexiona sobre producciones epistolares a partir del diálogo con Como se fosse a casa: uma correspondência. El libro registra los intercambios poéticos entre Ana Martins Marques y Eduardo Jorge cuando la poeta minera vivió durante un mes en su apartamento mientras él estaba en Europa. La correspondencia reinscribe la tradición epistolar como gesto de creación y apertura a nuevas posibilidades del quehacer poético y epistolográfico. La noción de envío y, por consiguiente, de desvío, con la cual Jacques Derrida dialoga en Cartão-Postal (2007), constituye, entre otras, un importante punto de reflexión para la lectura de la obra.

Biografía del autor/a

Angela Guida, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

Docente na Graduação e Pós-Graduação Letras, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Brasil.

Lohayne dos Santos Sousa, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Brasil.

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Publicado

2025-09-28

Cómo citar

Guida, A., & dos Santos Sousa, L. (2025). Como se fuera una carta: la casa. Texto Poético, 21(46), 279–300. https://doi.org/10.25094/rtp.2025n46a1179