Entre la guerra y la lírica: el Yo fragmentado en "Acabada a segunda guerra mundial"

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.25094/rtp.2026n47a1238

Palabras clave:

Autorretrato, Fragmentación, Ruinas, Identidad, Ironía

Resumen

El artículo analiza el poema "Acabada a segunda guerra mundial", de Golgona Anghel, destacando cómo el autorretrato allí construido rompe con la tradición confesional y lírica. El texto evidencia la permanencia de las ruinas de la guerra como metáfora de la precariedad, la crisis y la inestabilidad contemporáneas, articulando voces oficiales, ironía y fragmentación. A partir de la base teórica, se muestra que el yo poético surge descentrado, atravesado por discursos externos y por la falla del lenguaje. Así, el poema configura un autorretrato crítico e inestable, que desplaza la noción de identidad y resignifica la experiencia histórica y subjetiva.

Biografía del autor/a

Ana Paula Silva, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Paraná, Brasil.

Silvio Cesar dos Santos Alves, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Professor Associado de Literatura Portuguesa do Departamento de Letras Vernáculas e Clássicas, e Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL), na Universidade Estadual de Londrina (UEL), Paraná, Brasil.

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Publicado

2026-01-25

Cómo citar

Silva, A. P., & Alves, S. C. dos S. (2026). Entre la guerra y la lírica: el Yo fragmentado en "Acabada a segunda guerra mundial". Texto Poético, 22(47), 148–166. https://doi.org/10.25094/rtp.2026n47a1238