Equilíbrio cego na lata do soneto

Autores

  • Marcus Vinícius Freitas UFMG

DOI:

https://doi.org/10.25094/rtp.2019n27a573

Palavras-chave:

soneto, canção popular, forma poética.

Resumo

O presente artigo visa a uma análise da presença e da função da forma soneto na canção A Força Que Nunca Seca, de Vanessa da Mata e Chico César. A partir de uma leitura cerrada da estrutura sonora, métrica e rítmica da letra/poema, a análise busca dar relevo à convergência entre a forma poética e o conteúdo de crítica social da canção, para demonstrar como conteúdo e forma são indissociáveis na fatura da obra.

 

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DOI: http://dx.doi.org/10.25094/rtp.2019n27a573

Referências

BETÂNIA, Maria; CÉSAR, Chico. A força que nunca seca. Disponível em:

<https://www.youtube.com/watch?v=oHO4oeWT62o>. Acesso em: 22 out. 2018.

CÉSAR, Chico; MATA, Vanessa da. A força que nunca seca. Disponível em:

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MATA, Vanessa da. A força que nunca seca. Disponível em:

<https://www.youtube.com/watch?v=lSoKmtboMM4>. Acesso em: 22 out. 2018.

MATA, Vanessa da. Vanessa da Mata. Produção: Jacques Morelenbaum e Luiz Brasil. São Paulo: Sony/BMG, 2002. CD.

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Publicado

2019-05-28

Como Citar

Freitas, M. V. (2019). Equilíbrio cego na lata do soneto. Revista Texto Poético, 15(27), 125–130. https://doi.org/10.25094/rtp.2019n27a573