Rimas de improviso nos trens de São Paulo: poesia e circulação urbana

Autores

DOI:

https://doi.org/10.25094/rtp.2026n48a1265

Palavras-chave:

Poesia oral, Versificação de improviso, Espaço performático, Transporte urbano

Resumo

Este artigo objetiva analisar as rimas de improviso no Metrô de São Paulo em relação à sua presença na cidade paulista e no transporte metroviário. Essa prática artística é entendida, neste trabalho, como uma das manifestações coletivas da tradição oral no Brasil. Assim, o texto investiga como essa poética performática dialoga com a prática da poesia oral e, ao mesmo tempo, com as dinâmicas da cidade. Isso porque parte-se do pressuposto de que a performance é inseparável do espaço onde é realizada. Portanto, uma performance realizada na cidade não só se relaciona com o espaço, mas é composta por ele.

Biografia do Autor

Nívea Lopes Chagas, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Licenciada em Letras-Português pela EFLCH-UNIFESP (2020). Mestranda em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de São Paulo (PPGL-UNIFESP). São Paulo, Brasil.

Pedro Marques, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Professor de Literatura Brasileira da EFLCH-UNIFESP. Bacharel e Licenciado em Letras pelo IEL-UNICAMP (2000). Mestre (2003) e Doutor (2007) em Teoria e História Literária pelo IEL-UNICAMP.

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Publicado

2026-05-31

Como Citar

Lopes Chagas, N., & Marques, P. (2026). Rimas de improviso nos trens de São Paulo: poesia e circulação urbana. Texto Poético, 22(48), 131–150. https://doi.org/10.25094/rtp.2026n48a1265