Bernardo Guimarães, vaticínios de um ensaísta-poeta

Autores

DOI:

https://doi.org/10.25094/rtp.2026n48a1252

Palavras-chave:

Bernardo Guimarães, Ironia romântica, Ensaio literário, Periodismo acadêmico

Resumo

O objetivo deste estudo é comparar as posturas críticas de Bernardo Guimarães no ensaio “Reflexões sobre a poesia brasileira" (1847– 1850) e no poema “O destino do vate” (1850), ambos veiculados no periódico acadêmico Ensaios Literários (1847-1850). Nesse cotejo, observou-se postura próxima à poesia progressiva dos primeiros românticos alemães. Isso significa que Guimarães vale-se da natureza ambígua da ironia para exercitar a liberdade romântica de oscilar entre distintos pontos de vista.

Biografia do Autor

Luiz Henrique Diniz Filho, Universidade Federal de Viçosa (UFV)

Mestrando bolsista CAPES na área de Estudos Literários do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Viçosa, Brasil.

Natália Gonçalves de Souza Santos, Universidade Federal de Viçosa (UFV)

Professora de Literatura no Departamento de Letras da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e colaboradora permanente do Programa de Pós-Graduação em Letras da mesma instituição. Viçosa, Brasil.

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Publicado

2026-05-31

Como Citar

Diniz Filho, L. H., & Gonçalves de Souza Santos, N. (2026). Bernardo Guimarães, vaticínios de um ensaísta-poeta. Texto Poético, 22(48), 110–130. https://doi.org/10.25094/rtp.2026n48a1252