A religião (travestida) de Baudelaire

Eduardo Horta Nassif Veras

Resumo


Este artigo pretende mostrar que a relação ambivalente que Baudelaire estabeleceu com as referências do universo religioso baseia-se, primeiramente, na impossibilidade de polarização entre confissão e ficção, entre sinceridade e construção poética em sua obra. A irredutibilidade do poeta, afirmada recentemente por Antoine Compagnon (2014), é estendida aqui, para além da questão ideológica, ao nível das relações contraditórias de Baudelaire com a própria linguagem.


Palavras-chave


Baudelaire; religião; mito da Queda; modernidade

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DOI: http://dx.doi.org/10.25094/rtp.2019n28a625

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