A ORFEU, DOIS POEMAS DA ESTRANGEIRA

Antônio Donizeti PIRES

Resumo


A poesia de Dora Ferreira da Silva (1918-2006), de modo sui generis, atualiza o Orfismo milenar, seja pela reiterada presença do mito de Orfeu, a presidi-la; seja pelos poemas dedicados aos principais mitos do panteão órfico (verdadeiros “hinos” a Dioniso, Ártemis, Hécate e, sobretudo, Apolo, Deméter e Perséfone Koré); seja pela adesão da poeta aos postulados dessa milenar tradição de conhecimento poético e esotérico. Este estudo almeja, a partir do exposto, o estudo crítico-analítico de dois poemas de Dora dedicados propriamente ao ciclo mítico do vate lendário: “Orfeu” (de Uma via de ver as coisas, 1973) e “Canto órfico” (de Poemas da estrangeira, 1995).


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DOI: http://dx.doi.org/10.25094/rtp.2010n9a45

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