A história como múmia: sobre a poesia de Bruno Tolentino

Marcos SISCAR

Resumo


Tendo passado boa parte de sua vida na Europa, Bruno Tolentino fez uma entrada tardia na poesia brasileira, no início dos anos 90, a tempo de envolver-se em polêmicas e de conquistar alguns prêmios literários, até seu desaparecimento, em 2007. Este artigo procura associar, ao conteúdo polêmico das propostas de Tolentino, a leitura de seu último livro de poemas, A imitação do amanhecer (2006). Ao relacionar oaspecto especulativo às opções formais desse conjunto de textos, o ensaio procura evidenciar os dilemas com os quais se envolveu o projeto poético de Tolentino, os caminhos que poderia ter aberto e os bloqueios que o limitaram.


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DOI: http://dx.doi.org/10.25094/rtp.2013n14a27

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